segunda-feira, 30 de março de 2015

Uma criança morta, ainda que viva

“‘[…] Sabe o meu segredo? O menino verdadeiro está desaparecido e eu temo que ele não exista mais… Por que a marionete da ordem tomou o lugar da criança possível? Por que a violência do mundo faz esse truque? Por que a assim chamada vida familiar e a assim chamada vida escolar e a assim chamada vida social trituram a criança possível? Por que sobrevivem apenas os falsários, os que se identificam com a criança morta?’”

do livro Certeza do Agora, de Juliano Garcia Pessanha,

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