nos devaneios mais solitários, quando evocamos os entes desaparecidos, quando idealizamos os entes que nos são queridos, quando, nas nossas leituras, somos bastante livres para viver como homem e mulher, sentimos que a vida inteira se duplica – que o passado se duplica, que todos os seres se duplicam na sua idealização, que o mundo incorpora todas as belezas das nossas quimeras(Bachelard, 1965: 69).
Nenhum comentário:
Postar um comentário