“Eles (as plantas e os animais) são o que nós fomos; eles são o que nos tornaremos novamente. Fomos natureza como eles, e nossa cultura deve nos levar de volta, pelo caminho da razão e da liberdade, à natureza. Eles são, portanto, ao mesmo tempo, a representação de nossa infância perdida, que permanece eternamente para nós o que nos é mais caro; por isso nos preenchem com uma certa melancolia. Ao mesmo tempo, eles são representações de nossa maior perfeição no ideal, e, por isso, nos colocam uma comoção sublime.” (p. 576).
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