sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Um dia, conheci a mulher do pastor, que me contou que, quando era jovem e deu à luz a seu primeiro filho, não acreditava na punição corporal, embora bater nas crianças naquela época fosse uma prática comum.
No entanto, quando seu filho estava com quatro ou cinco anos e fez uma travessura, ela decidiu, apesar de todos os seus princípios, bater nele pela primeira vez em sua vida. Ela disse ao filho para ir ao quintal e pegar um galho para esta finalidade.
O menino demorou para retornar e, quando voltou, tinha o rosto molhado de lágrimas. Ele disse: “Mamãe, não encontrei nenhum galho, mas uma pedra, que você poderá jogar em mim“.
Nesse momento a mãe se deu conta da situação percebida do ponto de vista da criança: se a minha mãe quer me machucar, não importa como vai fazer isso, ela pode ter o mesmo sucesso usando uma pedra.

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